Mostrando postagens com marcador natal. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador natal. Mostrar todas as postagens

sábado, 2 de janeiro de 2010

Feliz Natal!!!!

Natal é uma época divertida. A família se reúne, a comida é farta, as pessoas trocam presentes, mensagens bonitas, cartões, todo mundo se abraça, um clima bacana. Mas é bem nessa hora que acontecem as cenas mais constrangedoras e a falsidade também rola solta. É o momento de dizer que gostou do presente horroroso, da comida sem sal, da mensagem clichê.

Mas a melhor história de natal quem protagonizou foi meu ilustríssimo namorado –tadinho, quando eu escutei eu ri muito, mas fiquei compadecida também. Sem maiores delongas, vamos dizer que a avó dele tem um gosto peculiar ao presentear pessoas. O acontecido foi mais ou menos assim:

- Meu filho, aqui seu presente!
- Brigada Vó – (famosa cara de parede!)
- Fiz um plano funerário para família toda. Para você, sua mãe, suas irmãs. Afinal você vive nessa moto pra cima e pra baixo.
- Sério mesmo? Brigada Vó – (que cara se faz nessa hora???)
- E acho que você devia fazer para o seu filho também.
- Mas ele só tem 2 anos Vó – (bater em avó no natal é contra as regras de boa conduta social)
- Ah meu filho, mas é bom fazer, nunca se sabe!
- ...

Considerando que não é algo que ninguém tenha orgulho em contar por aí eu acredito totalmente na veracidade dos fatos. Ele me disse que não sabia o que pensar na hora, só a parte em que ela sugeriu o mesmo presente para o baby que a situação ficou um pouco mais delicada. As irmãs ficaram, como eu posso dizer, furiosas, nem a paciência materna foi capaz de apaziguar os ânimos.

Minha vovó é sem-noção como todas as outras, mas acho que a dele ultrapassou as barreiras da falta de bom-senso característicos de tias e vovós. Mas olhando pelo lado positivo a história é ótima para se contar por aí. Desculpa, namorado, mas natal é definitivamente uma época divertida.

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

Feliz Natal e Boa Sorte!

(25 de Dezembro de 2008)

Chega o fim do ano, as confraternizações, o Natal, o 13º e as compras. Pronto, dada a receita do desespero, começa a corrida em busca dos presentes do dia 25 de dezembro. E como o resto da cidade, eu sempre deixo tudo pra última hora. Para completar minha sina, ainda sou consultora de presentes dos homens da minha vida, que até dispõem de boa vontade, mas saber escolher não é o forte deles.

Pra quem já foi comprar presente de Natal dia 23 de tarde ou dia 24 de manhã vai se identificar. A pessoa já começa a sofrer quando descobre que não tem jeito, mais uma vez vai ter que enfrentar o comércio lotado. Depois, o primeiro desafio é o estacionamento, sim porque espírito natalino não existe nessa guerra, é sempre uma vaga pra cada dez carros, então não existe solidariedade na área. Estacionamento privativo não serve pra nada nessa hora, inclusive garagem de shopping devia ser estudada, quente, abafada, fedida e CARA. A gente fica horas rodando e o pior sabendo que ta pagando.

Carro estacionado, vamos à entrada do shopping. Tem gente de toda qualidade, mulher, homem, velho, criança, todo mundo misturado. Ah sim um monte de criança chorando pelo caminho, sim porque elas são personagens importantes no shopping. Elas formam a gigantesca fila pra falar com Papai Noel, o pobre homem fritando naquela roupa, porque o ar condicionado só funciona com shopping vazio.

Corredores lotados, segue a saga da escolha dos presentes. Loja de departamento se torna zona proibida nessa hora. Muita gente pra escolher, filas nos provadores e uma concentração absurda de gente em frente aos caixas. Eu passo. O ideal seria entrar só nas lojas caras, mas nem elas estão livres da superpopulação em tempos de natal. Como demoramos horas para chegar ao fim da jornada a fome aperta e nessa hora a praça de alimentação vira selva, seja lá o que você escolha pra comer depois da maratona, aceite, vai enfrentar fila.

Eu criei algumas regras para o trabalho, como ir pela manhã, não entrar em lojas de departamentos e algumas outras, não resolvem, mas melhoram. Mas uma coisa é legal, os vendedores mesmo cansados tão sempre felizes, afinal a gente gasta muito mais no Natal. Acho que vendedores e o pessoal do cartão de crédito são os seres mais felizes dessa época. Mas no fim fico feliz porque pior que shopping só supermercado e isso ainda não é minha responsabilidade. Ah e ainda tem o dia mundial da troca, mas isso é outra história. Feliz Natal e Boa Sorte!



Tatiana Coêlho