
Tenho uma saudade de dar nó em garganta, de fazer perder o fôlego. Sinto falta do intangível, do invisível aos olhos. Há tempos não me olham como você e me forço a acreditar que irá acontecer de novo, pois me sufoca pensar em “nunca mais”.
Ainda te procuro pelos lugares. Ainda posso sentir teus olhos me guiando de longe, por detrás da coxia. Tenho sentindo falta deles, da confiança que eles tinham em mim. Teu olhar costumava me acalmar, era a paz, a mais perfeita companhia. Se “o essencial é invisível aos olhos” eu o via nos seus.
Tenho sentido falta dos teus olhos. Tenho sentido falta dos teus olhos em mim.