Nosso
lema por aqui é a lá João Grilo, do Suassuna, “fica rico, fica pobre”. Porque
vivemos entre perrengue e riqueza o tempo todo. Aeroporto de novo e era hora de
enfrentar o maior dos voos internos, quase duas horas até Krabi e de lá um
barco até Railay Beach.
Agendamos
o transfer do hotel e aguardávamos ansiosamente o pé na areia depois de uma
semana entre templos, muito calor e muita confusão. Seria lindo e tranquilo,
porém junto com a gente no hotel tinha um grupo de 58 brasileiros, sim caímos
em uma caravana brazuca sem saber. Nada contra os conterrâneos, mas o hotel
obviamente não estava pronto pra transportar tanta gente ao mesmo tempo e foi
um caos chegar. Filas e filas e filas.
Descobrimos
pelo meio do caminho que era um casal mineira com casamento Thai marcado. Por
isso tanta gente reunida. A noiva, viajadora, decidiu proporcionar a
experiência que mais gosta na vida para as pessoas que ama, então montou todo
um roteiro para o grupo que terminaria com o casamento em Phi Phi. Resumo da
ópera, o hotel ficou verde e amarelo a-ha, u-hul!

A
beleza da pequenina praia entre as pedras é indescritível e definitivamente um
dos mais belos por do sol que já vi. Um lado da ilha é meio lamacenta,
imprópria para banho, mas Railay West é bastante perto da minha ideia de
paraíso.
A
ilha é pequena, uma charmosa e minúscula vila e a rua dos bares com shows de
fogos e apresentações de Muai Thai. Tinha tanto brasileiro que o bartender
depois de perguntar da onde a gente era soltou “acho que não tem mais ninguém
no Brasil, tá todo mundo aqui”
São
muitos barcos em trânsito o dia todo, uma imensidão de turistas indo e vindo,
mas definitivamente vale enfrentar o povão. Claro que teve rolo na saída, lá
vamos nós com a caravana de novo pra enlouquecer as miniaturas tailandesas.
Desculpa estômago, foi lancha dessa vez. Mala na cabeça e embarque na água vamo
nessa. Próximo destino: Phi Phi Island.
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